terça-feira, 3 de novembro de 2015

ATPS: Didática da Alfabetização e do Letramento

FACULDADE ANHANGUERA DE TAGUATINGA
QI 20 lotes ímpares 1/25 – Região Administrativa III – Taguatinga/DF
CEP: 72.135-200                  (61) 3355 8700
Curso: Pedagogia                                                                                         Turma: 3ªserie
Disciplina: Didática da Alfabetização e do Letramento
Aluno: Elaine Alves dos Santos –   RA: 8639287720
            Eliane Alves de Sousa-         RA: 8528964741
            Hildenice Alves dos Santos-RA: 8638240241
            Leandro Rocha Silva –        RA: 8487215990
            Verônica dos Santos Silva- RA: 8487215987
           
  


ATPS: Didática da Alfabetização e do Letramento


 Professor: Loiane       






Taguatinga/DF
Junho/2015


Sumario


Introdução 3
Historia da alfabetização 4
As concepções de letramento e de alfabetização 7
Métodos de alfabetização.............................................................................................................8
Atividades que envolvam a leitura e escrita de textos de memória...........................................10
Dissertativo referente ao texto 12
Aspectos importantes da decifração da escrita 14
As 10 competências a serem desenvolvidas pelo professor 15
Relatos de como foi o processo de alfabetização........................................................... 16
Hildenice Alves dos Santos ............................................................................................16
Elaine Alves dos Santos..................................................................................................17
Verônica dos Santos Silva...............................................................................................18
Leandro Rocha Silva.......................................................................................................19
Eliane Alves de Sousa.................................................................................................... 20
Nesta ATPS, foi apresentada para a turma,.....................................................................21
Considerações finais........................................................................................................27
Referencia bibliográfica..................................................................................................23





Introdução
 Este trabalho vem abordando assuntos de suma importância para a educação aonde vem tratando de tema que se refere à aprendizagem, pois se trata da alfabetização e letramento onde é trabalhado o desenvolvimento de competências e habilidades para o uso efetivo da língua em praticas social. Fazemos um breve estudo sobre as teorias da alfabetização e do letramento aprofundando o conhecimento sobre o surgimento da leitura e da escrita na antiguidade e se dava esse processo e como esta alfabetização em tempos atuais.
Ainda pesquisamos sobre as sugestões de atividades na alfabetização, e quais seus aspectos mais importantes no que se refere ao trabalho com a leitura e escrita. Apontando as definições e características dos métodos de alfabetização. Também discutimos, analisamos sobre atividades que envolvam a leitura e escrita de textos de memória, abordamos aspectos importantes da decifração da escrita, como evidentemente sobre as 10 competências a serem desenvolvidas pelo professor.
Na etapa 4 desta ATPS, mostramos como foi o processo de alfabetização dos alunos, seguindo então um roteiro, identificando em qual estágios e deu sua alfabetização.











Historia da alfabetização
                                               Temas
Características
Surgimento da leitura e da escrita na antiguidade
Pode se dizer que a escrita teve inicio com os desenhos feitos em paredes e até colunas com escritas. A escrita foi acredita se inventada apartir da leitura dos desenhos, figuras feitas nas cavernas. Ela começou de maneira autônoma e independente na Suméria, por volta de 3300 ac. É muito provável que no Egito. Os Maias também inventaram um sistema de escrita independente de um conhecimento prévio de outro sistema pela ciência.
Como era o processo de alfabetização na antiguidade
Nessa época de escrita primitiva, ser alfabetizado significava saber ler e escrever o que aqueles símbolos e depois copiando. A alfabetização nesse caso dava se com a transmissão do conhecimento relativo à escrita.
Ênfase dada pelas primeiras cartilhas escolares até cerca de 1950
Após a revolução francesa o estudo foi dividido em lições cada uma enfatizando um fato. O método do bá-bé-bi-bó-bu começava aparecer com pouca modificação esse tipo de cartilha passaria a ser o modelo dos livros de alfabetização. Como as cartilhas davam ênfase á leitura, pois achavam importante ensinar o abecedário, a leitura era feita através de exercícios de decifração e de identificação de palavras, por meios dos quais os alunos aprendia as relações entre letras e sons, seguindo a ortografia da época. Dando ênfase também a produção escrita pelos alunos e não mais a leitura, o importante agora era saber aprender a escrever palavras.
Como ocorre o processo de alfabetização em tempos atuais
A prática escola mais comum em nossas escolas ainda se apoia na cartilha tradicional. Mais há cada vez mais professores que estão conduzindo um processo de alfabetização de modo diferente do método da cartilha. Procurando equilibrar o processo de ensino com o de aprendizagem apostando na capacidade de todos os alunos.





















As concepções de letramento e de alfabetização
Dissociar alfabetização e letramento é um equivoco porque, no quadro das atuais concepções psicológicas, linguísticas e psicolinguísticas de leituras e escritas, a entrada da criança ( e também do adulto analfabeto) no mundo das escrita ocorre simultaneamente por esses dois processos (...). (Soares, 2003, p.14)
Sem duvidas não há como fugir, em se tratando de um processo complexo como a alfabetização, de uma multiplicidade de perspectivas resultante da colaboração de varias áreas. O referido texto mostra que alfabetização e letramento andam juntos, ou seja, não podem ser separadas, palavras soltas não tem muito sentido, a alfabetização baseada em texto diferenciado é recomendado. Sem duvida pode se analisar que alfabetização é um processo de representação de fonemas em grafemas, e vice-versa, mas também é um momento de compreensão/expressão de significados por meio de códigos escrito. Assim não considera alfabetizada uma pessoa que apenas fosse capaz de decodificar símbolos.
Ainda segundo o livro alfabetização e letramento, o conceito de alfabetização depende, assim, de características culturais, econômica e de tecnológicas, pois em muitas vezes o meio social, cultural, define ou contribui no processo de formação do individuo. Como não se pode separar letramento de alfabetização, observa ainda que diferenças dialetais estar relacionado a problema de natureza sociolinguísticas. Língua oral e escrita serve a funções diferentes de comunicação. As mesmas são usadas com diferentes objetivos, até porque esses objetivos variam de regiões geográficas e sociais, portanto aprender depende muito da historia de cada individuo, de seu metabolismo intelectual, de seus interesses é essencial saber que letramento e alfabetização são um processo construtivo que pode estar na mente e nas ações do individuo, levando em consideração que é preciso olhar os aspectos sociais e políticos que assim condicionam a aprendizagem na escola, da leitura e também de escrita.
Conclui se ou pode levar em conta, que o processo de alfabetização com suas muitas facetas psicológicas, psicolinguísticas e linguísticas, devem se, portanto acrescentar contexto cultural, sociais e políticos nessa natureza complexa do processo de alfabetização.


Métodos de alfabetização
Métodos de alfabetização
Definição e características
Método sintético
Iniciam o ensino da leitura com a apresentação das letras e seus nomes, de acordo com certa ordem crescente de dificuldade; posteriormente reunidas ás letras em silabas e conhecendo-se as famílias silábicas, ensinava-se a ler palavras formadas com essas silabas e letras e por fim, frases isoladas ou agrupadas. Bloomfield, propositor do modulo fônico desse método, defende que aquisição da linguagem é um processo mecânico, ou seja, a linguagem seria a formação do habito de imitar um modelo sonoro e a criança será sempre estimulada a repetir os sons que absorve do ambiente.
Método analítico
Passa a priorizar a historia (conjunto de frases relacionadas entre si por meios de nexos lógicos), como núcleo de sentido e ponto de partida para o ensino da leitura, enfatizando-se as funções instrumentais desse ensino. Opunha-se ao método sintético, questionando dois argumentos. Um diz respeito à maneira como o sentido é deixado de lado e outro que suponha que a criança não reconheceria uma palavra sem antes reconhecer sua unidade mínima.
Método misto
Consiste na mistura intencional e sistematizada dos métodos, em decorrência da disseminação e da repercussão dos testes ABC, de Lourenço filho, cuja finalidade era impedir o nível de maturidade necessário ao aprendizado da leitura e da escrita, visando á maior rapidez e eficiência na alfabetização. A importância do método fica em segundo plano uma vez que o ensinar encontra-se agora subordinado á maturidade da criança e as questões de ordem didática, subordinam-se as de ordem psicológicas. Entretanto, permanece a função instrumental de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita entendidas como habilidades visuais, auditivas e motoras.













Atividades que envolvam a leitura e escrita de textos de memória
Sequencia didática atividades, as travas- línguas são formadas por conjuntos de palavras que juntas em uma mesma frase se tornam difíceis de serem pronunciadas. Essa manifestação folclórica acaba sendo uma forma de brincadeiras em que os envolvidos acabam tendo que repetir por varias vezes a mesma expressão em busca da perfeição.
A repetição da mesma consoante cria um efeito denominado aliteração. Se forem ditos muito depressa, é quase impossível pronunciá-los sem tropeçar. Alguns dos trava-linguas tradicionais não têm outro significado senão o da dificuldade da articulação ou da repetição da mesma letra.
Atividade:
Público alvo: 1ª- serie
Atividade a ser aplicada: frases de trava-língua, distribuídas para a turma. Exemplo: três pratos de trigo para três tigres tristes.
Metologia: os alunos tentaram ler devagar e depois para acelerarem a leitura. Os alunos erão perceber a dificuldade de oralizar rapidamente um trava-língua. A partir desse momento dialogue com a turma sobre o trava-língua e a imagem apresentada.
Alguém sabe o que é um trava-língua?
Qual a sensação de dizer um trava-lingua?
Existe alguma palavra que se repete?
Qual a letra mais presente no trava-língua?
A repetição ajuda ou complica a fala?
Se lermos devagar a dificuldade será a mesma?
O que significa travar a língua?
Qual a relação entre a imagem e o trava-língua?
O que mais chama a atenção nessa imagem?
O nó na língua nos faz pensar em quê?
Cronograma: 60 segundos
Avaliação: o que o aluno poderá aprender com esta aula: Identificar manifestações do folclore brasileiro por meio do trava-língua;
Desenvolver a consciência fonológica por meio da exploração dos sons iniciais das palavras (aliterações) ou finais (rimas).
Desenvolver habilidades de leitura, de escrita e de interpretação;
Desenvolver atitudes de interação, de colaboração e de troca de experiências em grupos.
















Dissertativo referente ao texto
O necessário é fazer da escola uma comunidade de escritores que produzem seus próprios textos para mostrar suas ideias, para informar sobre fatos que os destinatários necessitam ou devem conhecer, para incitar seus leitores a empreender ações que consideram valiosas, para convencê-los da validade dos pontos de vista ou das propostas que tentam promover, para protestar ou reclamar, para compartilhar com os demais uma bela frase ou um bom escrito, para intrigar ou fazer rir... O necessário é fazer da escola um âmbito onde leitura e escritas sejam práticas vivas e vitais, onde ler e escrever sejam instrumentos poderosos que permitem repensar o mundo e reorganizar o próprio pensamento, onde interpretar e produzir textos sejam direitos que é legítimo exercer e responsabilidades que é necessário assumir. (LERNER,2002,PP.17-18)
Sabemos que este processo, no qual a escola vem reproduzindo, ou seja, um sistema excludente no que se refere a seu sistema didático desde a sua fundação primeira até os dias atuais. Vem excluindo negros, índios, mulatos, até mesmo brancos, todos pobres, pertencentes a uma classe desprivilegiada que sofre na pele as atrocidades de uma sociedade capitalista com um sistema de dominação daqueles que detém o poder econômico sobre o restante da população deste país. Vemos também que a leitura e a escrita são práticas sociais “aristocráticas”. Crianças das classes média e alta, por exemplo, têm acesso a possibilidades e a recursos que as crianças de classe baixa não possuem: como livros; jornais; internet. No entanto aos poucos essa realidade vai mudando com muita luta e nada vem por acaso. Assim a reflexão do texto nos mostra que se pode começar neste ponto no qual a escola deveria assumir um papel social que visa à inclusão de todos os seus alunos, ricos ou pobres, brancos ou negros, na sociedade e no mundo. Desta forma Ela deveria se sensibilizar e se responsabilizar pela democratização das práticas aristocráticas. Ler e escrever são, pois, um direito de todos e é dever da escola possibilitar a realização deste processo aos seus alunos é desumana a escola que não possibilita aos seus alunos, em seu ambiente, o acesso a saberes e práticas que dignifiquem a vida do ser humano enquanto cidadão pensante e agente da sua própria história.
Vejamos que de acordo com Paulo Freire (1994, p. 98), sendo um dos maiores filósofos educacionais do Brasil, disse que “a leitura de mundo precede sempre a leitura da palavra e a leitura desta implica a continuidade da leitura daquele”. Essa é uma das ideias mais brilhantes de Freire. A minha leitura de mundo precedendo e determinando a minha leitura da palavra, e esta sendo fundamentalmente essencial para a continuidade e a ampliação daquela neste sentido, poderíamos dizer que texto e mundo se confundem: a leitura e/ou a escrita do texto pode decifrar o mundo, concebe-se esta ideia como portadora de verdade. E realmente a frase do texto nos mostra que ler e escrever são instrumentos poderosos que permitem repensar o mundo e reorganizar o próprio pensamento, onde interpretar e produzir textos sejam direitos que é legítimo exercer e responsabilidades. Todavia educar é uma arte, sendo arte, assume, assim ao mesmo tempo, as funções de possibilitar, compartilhar saberes, prazeres e sonhos, tomando esse ponto de vista como algo de válido e relevante nesse processo de construção do indivíduo.















Aspectos importantes da decifração da escrita
A historia da decifração tem nos mostrado, que conhecer a língua é o primeiro requisito para se saber ler. Assim conhecendo uma língua posso usar esse conhecimento para tentar “ler” algo escrito em outra língua. Outro ponto importante que percebemos é saber conhecer o sistema de escrita neste é preciso distinguir um desenho de uma manifestação de escrita, aqui o desenho representa algo do mundo ou relativo a ele, já a escrita representa a linguagem oral e esta por sua vez representa o mundo. Outras manifestações importantes é conhecer o alfabeto este é composto de letras, formando um conjunto, tendo cada letra um nome, este mesmo é cheio de normas, onde segue normas atuais.
Vemos ainda que contar historias do alfabeto é talvez uma das melhores maneiras de apresentar o alfabeto para as crianças, seguinte este raciocínio as letras são unidades do alfabeto as mesmas representam os sons vocálicos ou consonantais, por isso conhecelas é muito importante, isso serve para aprender a distinguir as letras entre si. As letras também têm muitas formas gráficas, isso acaba gerando diferentes alfabetos, apesar dessa diferença gráfica entre essas formas, uma mesma letra permanece a mesma, pois exerce a mesma função no sistema de escrita. Assim as letras são categorias abstratas que desempenham uma determinada função no sistema, preenchendo um determinado lugar na escrita das palavras. Apesar de variarem graficamente, as letras como unidades abstratas do alfabeto têm valores funcionais fixados pela historia das letras, portanto não se pode escrever letra em qualquer posição numa palavra, por exemplo, escrever a CASA com letras APXP (onde A=C, P=A, X=S), a alfabetização depende crucialmente do conhecimento da categorização gráfica e funcional
Há outros pontos muito importantes como conhecer a ordem das letras na escrita, para ler, é preciso ainda saber em que direção à escrita vai. Assim quando dizemos que escrevemos da esquerda para direita, significa que a sequencia das letras nas palavras obedece a essa ordem.



As 10 competências a serem desenvolvidas pelo professor
Primeiramente saber decifrar a escrita é o segredo da alfabetização, e isso é muito pertinente que o professor tenha em mente, assim ensinar a ler é sua tarefa principal, no entanto ele precisa de conhecimentos para identificar o grau de conhecimento da criança, portanto os cursos de formação de professor são importantes, além disso, como educador o professor precisa ter uma formação geral. Como um alfabetizador ele certamente deve ter conhecimentos técnicos sólidos e completos, para ensinar a língua portuguesa é preciso saber o mais possível sobre a linguagem em geral e sobre a língua portuguesa em particular. Conhecer profundamente o funcionamento da escrita e da decifração e como a escrita e a fala se relacionam.
Um professor bem preparado, com competências sabe exatamente o que fazer em qualquer situação de seu trabalho. Ele naturalmente precisa se libertar das pessoas que apresentem soluções miraculosas num livro ou métodos, mas para isso para que sua autonomia possa se sustentar, deverá, portanto ser realmente competente e um especialista em sua área.










Relatos de como foi o processo de alfabetização
Processo de Alfabetização de Hildenice Alves dos Santos
No meu processo de alfabetização houve muitos traumas, pois não havia as condições necessárias para frequentar a escola. Morava no interior da Bahia e a escola ficava há mais de uma hora de caminhada. Mim recordo com qual idade comecei a estudar, mas mim recordo como eram os processos de alfabetização. Estudava pela manhã e tinha que sair bem cedo. Andava muito para poder chegar á escola, e chegava muito cansada. Não mim lembro como as outras disciplinas eram passadas, mas mim lembro muito bem da forma como a matemática era ensinada.
A professora passava a matéria e as provas eram aplicadas de forma oral, ou seja, a professora fazia a pergunta para cada aluno e quem não respondia, ou errasse na resposta apanhava com palmatória. Confesso que isso não contribuiu de forma alguma no meu processo de aprendizado, pois fui tomando raiva da matéria e traumas que mim fazem até hoje não gostar de matemática. Em 1991 cheguei ao DF com 11 anos de idade e como não tinha nenhum documento que comprovasse minha escolaridade, passei por um teste que mim encaminhou para a terceira série na época. Tudo isso me atrasou muito, pois como a educação era precária onde eu morava fiquei muito além do que precisava estar com a idade de 11 anos.
 Mas mesmo estando prejudicada com relação à idade não, tive problema nenhum nos anos seguintes e meus professores foram muito importantes para que continuasse os estudos e não desistisse. Na verdade tinha os professores como espelhos, talvez a vontade de ser pedagoga tenha surgido desse comportamento, sempre fui uma boa aluna, minha mãe nunca teve nenhum problema comigo, por comportamento ou notas baixas. Era quase sempre aluna destaque e meus professores mim elogiavam muito nas reuniões, hoje entendo que não era a professora, mas o problema era o sistema bruto e cruel da época, que além de não dá uma estrutura digna para educar, requeria o aprendizado de forma bruta e cruel.



Processo de alfabetização de Elaine Alves dos Santos
A minha alfabetização foi de forma importante na minha formação acadêmica, de forma que me ajudou muito a ler, escrever, interpreta, sendo que no meu quarto ano do ensino médio eu tiver problemas com o desenvolvimento da escrita e de ler, quando era pequena tiver a língua pressa e isso dificultava na minha fala e na escrita. E justamente por isso, minha professora do quarto ano chamou minha mãe, na escola para fala do meu problema.
Minha mãe se apresentou e a professora falou para ela, que eu tinha problema de fonoaudiologia, falava e escrevia errado, e ai a professora deu a opção para minha mãe que se eu passar – se de ano eu provavelmente eu reprovaria no quinto ano. E minha mãe acatou para reprovação e a professora me encaminhou para a fonoaudióloga. Fiz o tratamento durante dois anos e fui alfabetizada.
Tinha conhecimentos de algumas palavras antes de entra na escola, mas fui concluir mesmo minha alfabetização no ensino fundamental. E em minha opinião, fui alfabetizada durante o ensino fundamental todo. Tenho boas recordações no meu ensino fundamental, tinha ótimos professores e aprendi muito com eles.











Processo de alfabetização de Verônica dos Santos
O meu processo de alfabetização se deu eu tinha apenas 7 anos de idade nos primeiros 6 anos eu não frequentava a escola tinha muita vontade mas onde eu habitava não tinha escola pois morava na zona rural. Foi então que comecei a buscar conhecimento através de livros cartilhas, abc, foi quando comecei a ler e juntar as silaba e formar palavras foi e ai eu aprendi a ler então quando foi para a escola já estava alfabetizado  só não tinha facilidade na escrita .eu me recordo que quando estava me alfabetizando.
Fiquei tão envolvida nesse processo que acordava a noite e pegava o livro pra ler e saia andando pela casa com o livro na mão tentando entender as palavras que estavam escrita no livro quando eu não conseguia ler  uma palavra eu chorava bastante e tentava ate conseguir ,todas as palavras que eu via na televisão nos painéis eu lia tudo que via na frente pois estava encantada com as palavras logo quando comecei a frequentar a escola lia e escrevia bastante e toda vez que a professora pedia pra alguém fazer uma lição no quadro eu me prontificava pra ler pois estava descobrindo o mundo da leitura e da escrita.












Processo de alfabetização de Leandro Rocha
Não me recordo muito de como foi o meu processo de alfabetização, mais me recordo que nossa família mudava muito de cidade e isso de certa forma chegou até atrapalhar no sentido da educação. Não tenho muita certeza, mas me parece que comecei a estudar, um pouco tarde, devido meus pais sempre esta procurando uma melhora de vida, moravas um tempo em uma cidade logo íamos pra outra, isso no estado do maranhão.
Lembro-me que estudei em um colégio dos padres, chamava maternal, fiquei ali por um bom tempo, acho que não aprendi quase nada nesse período. Foi então com a cartilha que comei a me alfabetizar a idade eu não tenho lembrança, deve ter sido entre 6 e 7 anos. Ler a cartilha, o ABC, fiquei nesse maternal, mais vir aprender realmente na 1ª do ensino fundamental já no morando no Pará, nesse primeiro ano do ensino fundamental, foi onde conseguir de fato a aprender a ler, escrever onde tive as noções de matemática entre outros.
As recordações que tenho é que nesses primeiros anos iniciais, eu era um bom aluno, em determinadas disciplina tinha facilidades, cegando a ajudar os demais alunos, me recordo que na época de provas, alguns alunos ficavam reunidos próximos a mim, pois eu explicava muito bem os prováveis conteúdos que iriam cair nas provas, isso era muito bom.
Algumas recordações não eram boas, me refiro às estruturas das escolas, que não ofereciam condições adequadas, faltava material didático e etc., portanto somente por volta de 1994 a 1997, foi onde de fato me alfabetizei.







Processo de alfabetização de Eliane Alves
Tenho 33 anos, comecei as minha série inicial com oito anos, devido minha mãe ter perdido a data da matricula. Não lembro o nome da minha primeira professora, mas aprendi a escrever meu nome na primeira serie lembro – me de uma cartolina dobrada com meu nome escrito dos dois lados de letra cursiva estava guardada ate esta época.
A segunda serie foi ótima, pois conheci uma professora maravilhosa o nome dela e Martinha, ensinava de forma bem dinâmica era alegre e espontânea interagia com a turma, na hora do lanche disputava quem ficava com a raspa. Tinha disputa de tabuada quem errasse levava reguada na palma da mão aprendi na marra e não me arrependo. Tinha uma musica que ela cantava com todos os alunos que contagiava a sala, “Laiomé, Laiomé, foi na loja do mestre André e comprou um tamborzinho, bum, bum, bum, um tamborzinho...” e seguia com os instrumentos e continuávamos a cantar e fazer o barulho do instrumento.
Minha terceira serie foi com a professora Mirian, ela me ensinou a caligrafia minha letra era muito feia difícil de entender. A quarta série foi a Maria do Carmo professora muito fechada na dela, mas aprendi muito. A quinta série foi muito difícil, pois tivemos muitos professores e muitas outras matérias, quase reprovei, mas segui firme e forte. A sexta série também um pouco difícil, mas professores excelentes, A sétima série foi ótima tinha aula de inglês com a professora Valéria, amei ter aprendido a falar “My name is it?” que significa Qual é o seu nome?
O oitavo ano foi muito difícil, as matérias dobraram e alguns professores eram difíceis de ensinar não se importavam se os alunos estavam assimilando o conteúdo ou não. O primeiro ano do segundo grau foi apavorante, pois não entendia absolutamente nada, parecia esta em outro planeta. O segundo um pouco complicado, mas gostava muito de artes plásticas o que me conquistou de cara. O terceiro um pouco dos demais, consegui assimilar o conteúdo e concluir o ensino.
         


Nesta ATPS, foi apresentada para a turma.
Menina bonita de laço de fita.
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Podemos analisar que esta atividade mostra como trabalhar o desenvolvimento do tema da diversidade, não somente com o objetivo de apresentar aos alunos a riqueza da diversidade étnico-cultural brasileira, mais contribuindo para que as crianças se apropriem de valores como o respeito a si próprias e ao outro, mas também com o objetivo de elevar a autoestima do aluno negro. Segui então abaixo trechos da historia poema;
Era uma vez uma menina linda, linda. Os olhos pareciam duas azeitonas pretas brilhantes, os cabelos enroladinhos e bem negros. Apele era escura e lustrosa, que nem o pelo da pantera negra na chuva. Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laços de fita coloridas. Ela ficava parecendo uma princesa das terras da áfrica, ou uma fada do Reino do Luar. E, havia um coelho bem branquinho, com olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O coelho achava a menina à pessoa mais linda que ele tinha visto na vida. E pensava:- Ah, quando eu casar quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela...Por isso, um dia ele foi até a casa da menina e perguntou:- Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?A menina não sabia, mas inventou:- Ah deve ser porque eu caí na tinta preta quando era pequenina... O coelho saiu dali, procurou uma lata de tinta preta e tomou banho nela. Ficou bem negro, todo contente. Mas aí veio uma chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou branco outra vez. Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez: - Menina bonita do laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão pretinha?A menina não sabia, mas inventou:- Ah, deve ser porque eu tomei muito café quando era pequenina. O coelho saiu dali e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi. Mas não ficou nada preto. - Menina bonita do laço de fita, qual o teu segredo para ser tão pretinha? A menina não sabia, mas inventou:- Ah, deve ser porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina. O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão, sem conseguir sair do lugar. O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito jabuticaba.
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Mas não ficou nada preto. Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:- Menina bonita do laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?A menina não sabia e... Já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela que era uma mulata linda e risonha,resolveu se meter e disse:- Artes de uma avó preta que ela tinha... Aí o coelho, que era bobinho, mas nem tanto, viu que a mãe da menina devia estar mesmo dizendo a verdade, porque a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até com os parentes tortos. E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que nem a menina tinha era que procurar uma coelha preta para casar. Não precisou procurar muito. Logo encontrou uma coelhinha escura como a noite, que achava aquele coelho branco uma graça. Foram namorando, casando e tiveram uma ninhada de filhotes, que coelho quando desanda a ter filhote não para mais! Tinha coelhos de todas as cores: branco, branco malhado de preto, preto malhado de branco e até uma coelha bem pretinha. Já se sabe afilhada da tal menina bonita que morava na casa ao lado. E quando a coelhinha saía de laço colorido no pescoço sempre encontrava alguém que perguntava: - Coelha bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?E ela respondia:- Conselhos da mãe da minha madrinha.

Aqui trazemos algumas sugestões para se trabalhar sobre este tão pertinente em nossa sociedade, como base no projeto de Ana Maria Machado, menina bonita do laço de fita.
A sugestão é que as atividades sejam desenvolvidas durante um período mínimo de cinco dias, (lembrando que essa sugestão de aulas não poderá ocorrer num dia só) no decorrer dos qual o professor irá:
1. Apresentar a história à classe, contando-a, sem mostrar o livro.
2. Pedir às crianças que deem um título (um nome) à história ouvida, escrevendo na lousa as sugestões apresentadas faltam 34. Dizer o título do livro: "Menina bonita do laço de fita" e comparar com os nomes apresentados pelos alunos na atividade 2, perguntando a eles se gostaram mais do nome escolhido por eles próprios ou o escolhido pela autora; mostrar às crianças que nem sempre temos a mesma opinião sobre um mesmo fato ou situação e que o importante é que aprendamos a respeitar todas as opiniões; comentar os nomes escolhidos pelos alunos, na medida em que se afastam ou se aproximam do nome original da história.
5. Mostrar a capa do livro aos alunos. "Ler" a imagem da capa com eles, fazendo perguntas sobre a ilustração: a cor da pele da menina, do coelho, o cabelo da menina (quem usa cabelo assim? é difícil fazer um penteado como esse? leva muito tempo?). Destacar o olhar apaixonado, pensativo-sonhador do coelho. Pedir aos alunos que mostrem o que mais na ilustração indica que o coelho está apaixonado. Dizer o nome do ilustrador e falar sobre a importância da ilustração na leitura.
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6. Ler o livro para os alunos, agora parando em cada página, mostrando as imagens e destacando as palavras e expressões que valorizam a menina, que a retratam como bela: “Era uma vez uma menina linda, linda”. Os olhos dela pareciam duas azeitonas, daquelas bem brilhantes. Os cabelos eram enroladinhos e bem negros, feitos fiapos da noite. “A pele era escura e lustrosa, que nem o pêlo da pantera negra quando pula na chuva.”. Os adjetivos e comparações usados pela autora vão além de aguçar a imaginação infantil (olhos = duas azeitonas daquelas bem brilhantes; cabelos = fiapos da noite; pele = pêlo da pantera negra quando pula na chuva); eles evocam uma imagem positiva da menina, valorizando nela aspectos como cabelo e cor de pele, que normalmente são "maquiados”, escondidos, quando a personagem é negra. A beleza natural da menina ganha enfeites que reforçam seu encanto, dando a ela ares de personagem de contos de fadas, pois: “Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laço de fita colorida”. “Ela ficava parecendo uma princesa das Terras da África, ou uma fada do Reino do Luar”. Esses dois trechos contribuem para que, ao imaginário infantil a menina seja apresentada como uma bela princesa de contos de fadas, o que é extremamente positivo e eleva a autoestima da criança, que se identificará com a heroína. Perguntar aos alunos se eles têm uma ideia de por que o coelho quer ter a cor de pele da menina. Será que ele não está satisfeito com a própria cor? Comentar com as crianças as respostas dadas. É importante que o (a) professor (a) destaque que além de muito bonita, essa heroína é também muito esperta e criativa, pois mesmo não sabendo responder às perguntas do coelho, sempre tem uma solução para que ele se torne da cor desejada: cair na tinta preta, tomar muito café, comer muita jabuticaba... Antes de ler o trecho que fala da intervenção da mãe no diálogo entre a menina e o coelho, perguntar se alguém lembra.
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7. Aproveitar a descoberta do coelho ("a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até com os parentes tortos") e perguntar aos alunos com quem eles acham que se parecem. Essa atividade pode desdobrar-se em outras, por exemplo: a) as crianças podem entrevistar os pais para saberem com quem se parecem e apresentar os resultados da pesquisa oralmente (Por exemplo, dizendo frases como: Minha mãe diz que meus olhos são parecidos com os dela, mas que meus cabelos e minha boca se parecem com os da minha avó.); b) os alunos podem levar fotografias de parentes (pais, avós, tios, irmãos, por exemplo); atrás de cada foto deve constar o nome da criança que a trouxe; os alunos dividem-se em grupos de quatro. As fotos de cada grupo são empilhadas, com a frente para cima; os alunos tiram a sorte para ver quem começa jogando; o primeiro pega a primeira foto e tenta adivinhar quem a trouxe, observando as semelhanças entre as fotos e os colegas de grupo; se foi ele mesmo quem trouxe a foto, deve embaralhar a pilha, para que a fotografia saia do primeiro lugar; enquanto for acertando, o jogador continuará jogando. Ganhará o jogo quem tiver acertado mais. Ao final, as crianças devem contar aos colegas de grupo quem são as pessoas que estão nas fotos. Terminada a brincadeira, o (a) professor (a) colocará para a turma a seguinte questão: somos parecidos com as pessoas da nossa família? O coelho branco estava certo em suas conclusões? 9. Organizar uma roda de conversas. Reler o trecho: “O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto em toda a vida”. E pensava: - Ah, quando eu casar quero ter uma filhinha pretinha e linda que nem ela." Questionar: O que é ser bonito? Como uma pessoa deve ser para ser bonita? Provavelmente surgirão respostas diferentes umas das outras. Retomar o que foi dito na atividade nº 4 e mostrar às crianças que nem sempre temos a mesma opinião sobre um assunto e que isso é muito bom, pois o mundo seria muito aborrecido se todos pensassem do mesmo jeito e se, por exemplo, só existisse um único modelo de beleza. Destacar que o importante é respeitar as diferenças. Conversar com a classe sobre os padrões de beleza existentes em "Menina bonita".
10. Mostrar, num mapa-múndi, os cinco continentes - a América, a Europa, a Ásia, África e a Oceania, ressaltando que eles são divididos em países, cada um com seus costumes e tradições, suas festas, músicas e danças, suas religiões e seu jeito de ser, pois ninguém é igual a ninguém e é isso que dá graça à vida.

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11. Conversar com as crianças sobre as "famílias" (povos) que formam o Brasil: os índios, o negro, o colonizador europeu, os imigrantes italianos, japoneses, árabes, judeus etc. Explicar que esses povos foram se cruzando, para formar a grande família brasileira, que tem as características de suas origens. Lembrar aqui as contribuições desses povos nas festas, na música, na culinária, nas histórias etc.












Considerações finais
Portanto a alfabetização e letramento vêm ao longo da historia evoluindo, pois novos elementos e adequações são introduzidos possibilitando assim trabalhar o desenvolvimento de competências e habilidades para o uso efetivo da língua em praticas social, desta forma O referido texto mostra que alfabetização e letramento andam juntos, ou seja, não podem ser separadas, palavras soltas não tem muito sentido, a alfabetização baseada em texto diferenciado é recomendado. Sem duvida pode se analisar que alfabetização é um processo de representação de fonemas em grafemas, e vice-versa, mas também é um momento de compreensão/expressão de significados por meio de códigos escrita. Deste modo pode-se analisar que o conceito de alfabetização depende, assim, de características culturais, econômica e de tecnológicas, pois em muitas vezes o meio social, cultural, define ou contribui no processo de formação do individuo.
A historia da alfabetização nos mostra que a escrita teve inicio com os desenhos feitos em paredes e até colunas com escritas, a escrita foi acredita se inventada apartir da leitura dos desenhos, figuras feitas nas cavernas. E que o processo de alfabetização na antiguidade se dava apartir ou significava saber ler e escrever o que aqueles símbolos significavam e depois copiando. A alfabetização nesse caso dava se com a transmissão do conhecimento relativo à escrita.
E que nos dias atuais muitas de nossas escolas ainda se apoiam na cartilha tradicional. Mais há cada vez mais professores que estão conduzindo um processo de alfabetização de modo diferente do método da cartilha. Procurando equilibrar o processo de ensino com o de aprendizagem dos alunos. Entre os métodos de alfabetização o Misto consiste na mistura intencional e sistematizada dos métodos, em decorrência da disseminação e da repercussão dos testes ABC, de Lourenço filho, cuja finalidade era impedir o nível de maturidade necessário ao aprendizado da leitura e da escrita, visando á maior rapidez e eficiência na alfabetização.
Muito interessante é que a historia da decifração tem nos mostrado, que conhecer a língua é o primeiro requisito para se saber ler Apesar de variarem graficamente, as letras como unidades abstratas do alfabeto têm valores funcionais fixados pela historia das letras, portanto não se pode escrever letra em qualquer posição numa palavra, por exemplo, escrever a CASA com letras APXP (onde A=C, P=A, X=S), a alfabetização depende crucialmente do conhecimento da categorização gráfica e funcional.
Pode-se analisar também que o processo de alfabetização dos alunos em sua maioria teve inicio no primeiro ano ensino fundamental. Disse um autor muito importante que “a leitura de mundo precede sempre a leitura da palavra e a leitura desta implica a continuidade da leitura daquele”. Essa é uma das ideias mais brilhantes de Paulo Freire. Deste modo um professor bem preparado, com competências sabe exatamente o que fazer em qualquer situação de seu trabalho dentre essas podemos citar por exemplos que como um alfabetizador ele certamente deve ter conhecimentos técnicos sólidos e completos, para ensinar a língua portuguesa é preciso saber o mais possível sobre a linguagem em geral e sobre a língua portuguesa em particular. Conhecer profundamente o funcionamento da escrita e da decifração e como a escrita e a fala se relacionam.
Segundo então o texto (LERNER, 2002, PP.17-18), ler e escrever são, pois, um direito de todos e é dever da escola possibilitar a realização deste processo aos seus alunos é desumana a escola que não possibilita aos seus alunos, em seu ambiente, o acesso a saberes e práticas que dignifiquem a vida do ser humano enquanto cidadão pensante e agente da sua própria história.











Bibliografia
SOARES. Magda. Alfabetização e Letramento 6ª. São Paulo: Contexto, 2010.
CAGLIARI, Luís Carlos. Alfabetização sem o bá-bé-bi-bó-bu. 1ª Ed. São Paulo: Scipione, 2009. Cap.8-pp 164ª 196.
Machado.AnaMaria_MeninaBonitadelaçodefitawww.cantinhodoprofessor.org/consciencia_negra/projeto_menina_bonita.htm 3/8